Saúde

Lavar as mãos nestes 10 aeroportos reduziria transmissão de coronavírus em 37%

Lavar as mãos nestes 10 aeroportos reduziria transmissão de coronavírus em 37% (Foto: Pixabay)Lavar as mãos em aeroportos específicos reduziria transmissão de coronavírus em 37% (Foto: Pixabay)

Com o aumento dos casos de infecção pelo Covid-19, coronavírus que surgiu em Wuhan, na China, as autoridades de todo o mundo se preocupam com possíveis casos da doença em diferentes continentes. Pensando nisso, e com o intuito de reduzir as contaminações pelo organismo, um estudo publicado no Risk Analysis sugere que higienizar corretamente as mãos em 10 dos principais aeroportos do planeta pode reduzir a transmissão da doença em até 37%.

De acordo com os especialistas, a higienização adequada das mãos pode diminuir o risco de contaminação por várias doenças. No caso do novo coronavírus, viajantes podem reduzir a probabilidade de uma pandemia de 24% a 69%.

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Investigando alguns dos principais aeroportos do mundo — focando em regiões com casos confirmados de Convid-19 —, os autores do estudo constataram que os aeroportos que mais merecem atenção são:

– London Heathrow (Inglaterra);
– Los Angeles International (EUA);
– John F. Kennedy (EUA);
– Charles de Gaulle (França);
– Dubai International (Emirados Árabes);
– Frankfurt (Alemanha);
– Hong Kong International (China);
– Beijing Capital (China);
– San Francisco (EUA);
– Amsterdam Schiphol (Holanda).

“Aeroportos e aviões são altamente infecciosos porque são áreas próximas e de confinamento com populações grandes e móveis", afirma Christos Nicolaides, principal autor do estudo, em comunicado. “O vírus se espalha por meio de fluidos corporais, portanto, manter as mãos limpas nos principais centros de transporte é essencial para controlar sua propagação.”

Além disso, os aeroportos contêm inúmeras superfícies facilmente contamináveis que são tocadas por diversos viajantes, como telas de check-in de autoatendimento, apoios de braços de bancos, botões de bebedouros, maçanetas, assentos e mesas. Por isso, os especialistas sugerem aumentar a frequência com que as áreas públicas são limpas, além do uso de máscaras faciais e, claro, a higienização frequente das mãos.

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